Para avaliarmos nossas atitudes, para olharmos para o lado, para enxergarmos , para sermos melhores , para fazermos acontecer sempre o melhor, em prol de um mundo melhor...
Leiam, analisem , reflitam e tirem suas próprias conclusões. Até onde pesquisei existem inúmeras controvérsias se esta palestra foi, de fato, ministrada por Bill Gates. Se foi ele ou não, eu também não sei, mas que as regras citadas nos fazem parar para refletir não resta nenhuma dúvida.
1. A vida não é fácil. Acostume-se com isso.
2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles."
Abaixo o texto original em inglês, pois, a tradução acima contém algumas adaptações.
Rule 1: Life is not fair – get used to it!
Rule 2 : The world won’t care about your self-esteem. The world will expect you to accomplish something BEFORE you feel good about yourself.
Rule 3 : You will NOT make $60,000 a year right out of high school. You won’t be a vice-president with a car phone until you earn both.
Rule 4 : If you think your teacher is tough, wait till you get a boss.
Rule 5 : Flipping burgers is not beneath your dignity. Your Grandparents had a different word for burger flipping: they called it opportunity.
Rule 6: If you mess up, it’s not your parents’ fault, so don’t whine about your mistakes, learn from them.
Rule 7: Before you were born, your parents weren’t as boring as they are now They got that way from paying your bills, cleaning your clothes and listening to you talk about how cool you thought you were. So before you save the rain forest from the parasites of your parent’s generation, try delousing the closet in your own room.
Rule 8: Your school may have done away with winners and losers, but life HAS NOT. In some schools, they have abolished failing grades and they’ll give you as MANY TIMES as you want to get the right answer. This doesn’t bear the slightest resemblance to ANYTHING in real life.
Rule 9: Life is not divided into semesters. You don’t get summers off and very few employers are interested in helping you FIND YOURSELF. Do that on your own time.
Rule 10: Television is NOT real life. In real life people actually have to leave the coffee shop and go to jobs.
Rule 11: Be nice to nerds. Chances are you’ll end up working for one.
Bullying*.Nos últimos tempos temos ouvido muito sobre este assunto. Tem sido bastante abordado pela mídia sensacionalista mais preocupada com o IBOPE (devido as imagens chocantes )do que pelos efeitos provocados em que sofre este tipo de violência. Fatalmente, você já deve ter sofrido algum tipo de bullying* no período escolar e, provavelmente, com o passar dos anos a questão deve ter ficado para trás, voltando à tona em raros momentos de sua vida, mas a questão é: nem todos encaram tudo da mesma forma, temos que compreender que para alguns , o bullying* machuca deixando marcas profundas na parte mais importante de nosso ser: a alma. Mexe com os sentimentos, com a essência. Pensando nisto, resolvi abordar um pouco deste tema para que você se integre um pouco mais com este universo e possa contribuir tomando medidas de cidadania. Este papel é de extrema importância para que esta prática seja banida de nossa sociedade.
Com certeza, não será a primeira , muito menos, a última vez ,que falo de bullying* por aqui. Trata-se de um assunto complexo, polêmico e extremamente dolorido para quem sofre os abusos provocados por ele. Atrevo-me a dizer pelas estatísticas, pela falta de informação das pessoas, pela mídia e pela falta de leis em nosso país que este comportamento deplorável, vergonhoso e inaceitável não deixará de existir tão cedo.
Penso que o bullying* mostra o quanto somos animalescos, ressalta o que temos de pior e escancara a nossa covardia.
Quem pratica traz à tona apenas uma das inúmeras facetas da violência, pois, infelizmente, vemos todos os dias muitas outras formas de agressão. Quem pratica bullying* não tem empatia pelo outro, não tem respeito, não mede consequências, esconde sua inferioridade moral e vive na ignorância.
Não são doentes e , se forem , é da alma. Falta-lhes humanidade e a certeza da impunidade é sempre dada como certa. Impunidade adquirida pela falta de informação de muitos e , infelizmente, pela falta de leis em nosso país.
Muitos ignoram o assunto, não sabem exatamente do que se
trata,não dão importância. Outros ainda,não ouvem, não querem enxergar, não
fazem questão de buscar maiores informações e pior: classificam-no como “
briguinha de criança”. Será??? Este é um dos grandes problemas...
Mas antes de continuar convido você a assistir ao vídeo abaixo. Trata-se do gentil e especial Theo Chen , de Cingapura. Ele tem apenas 12 anos de idade e faz um desabafo comovente e genuíno sobre os abusos (psicológicos ) sofridos por ele apenas porque gosta de postar seus vídeos na internet.
Theo é desrespeitado, humilhado, diminuído. Tem sua sexualidade questionada e comentada por todos ( conhecidos ou não )porque gosta de música, porque gosta de arte, porque é sensível. Neste vídeo, ele faz um apelo ao bom senso, a liberdade de expressão e a liberdade de escolha. Com seus olhinhos “puxadinhos” e tristes nos olha através da câmera buscando respostas que não terá tão cedo. De qualquer forma, ensina dentro do seu mundo e das suas possibilidades que não devemos desistir de nós mesmos, seja em qual circunstância for.
Este é Theo Chen...
Mas, afinal, o que é Bullying*
?
Bullying* é qualquer tipo de abuso contínuo (físico ou verbal) com a intenção de ferir e
onde há também um desequilíbrio de poder
entre o bully* ( quem pratica) e a vítima (quem sofre o abuso).
Os comportamentos de
bullying podem ser:
Diretos- Pegar no pé, ameaçar, bater ou
roubar os pertences da vítimas, etc...
Indiretos- Espalhar fofocas, isolar um colega
excluindo-o do grupo,etc..
Em geral, os meninos envolvem-se mais no Bullying* direto,
enquanto as meninas no indireto , embora existam exceções à regra .
Para quem não sabe existem dois perfis psicológicos de
indivíduos que praticam bullying* . São
eles: o bully- puro e os bully- vítima.
Os indivíduos que praticam o bully-puro geralmente buscam
popularidade e respeito entre os colegas
através do abuso de poder estabelecido e do controle. As pesquisas
apontam um forte perfil psicológico e
gosto pela popularidade social , o que lhes dá mais confiança para a prática
sem que se preocupem com as consequências de seus atos. A humilhação do outro
(o mais fraco ) é a sua grande recompensa.
Já os bully-vítimas ,ao contrário do que o nome sugere são bem mais perigosos que os primeiros .
Alguns autores os descrevem como agressivos,
violentos, impulsivos e sem limites. Não agem para conseguir poder e
respeito como os bully-puros, agem movidos pela
raiva e pela vingança porque
também já foram vítimas de bullying*. Neste caso, se isto for verdade, é bem
provável ( segundo os especialistas) que a vitimização tenha destruído sua
auto-estima transformando-os em agressores potenciais. Sentem prazer com a dor
e o sofrimento de suas “vítimas” ( física e emocionalmente ) e defendem-se de
suas ações sempre alegando que foram provocados.
O que é considerado
somente agressão?
Quando dois indivíduos estão brigando ou discutindo cada um age de maneira dura e agressiva para resolver uma questão ou disputa. Ambos sabem se defender e estão em “pé de igualdade”, por isso, não temos o bullying* caracterizado. Além do mais, de modo geral, a questão que motivou o desentendimento sempre tem um ponto final.Isto é o que caracteriza agressão. É claro que o indivíduo* deve aprender a se defender na hora certa, sem necessidade de “sair no tapa”. Estes conflitos são naturais, saudáveis e responsáveis pelo fortalecimento da auto confiança. É assim que crescemos, amadurecemos. As diferenças são inevitáveis, mas os conflitos ocasionados podem ser controlados ou amenizados. Em uma época em que a sociedade vive inúmeros conflitos internos , muitas vezes, ao contrário do que se pensa o bullying* começa em casa. Em casa ??? Sim. Em casa. Como ??? Na falta de equilíbrio, na falta de maturidade e, principalmente, no desrespeito entre os pais. A perturbação familiar abre espaço para gritos, zombarias, brigas entre irmãos . A falta de dialógo e de regras impera,não há consenso, bom senso e esta “rotina” desrespeitosa continua dia a dia, ano após ano. Infelizmente, em grande parte dos casos ,esteS filhos não tem outra “figura de autoridade” que possa intervir cabendo apenas participar como “fantoches” de uma peça de extremo mal gosto. São pais ausentes, omissos, incapazes de incentivar, interagir, participar. Deixam seus filhos a mercê da televisão que fica encarregada de educá-los durante boa parte do dia. Televisão que de inocente nada tem e o que é colocado à disposição da criança é de conteúdo duvidoso. Nem mesmo os desenhos infantis escapam , muitos carregam conteúdos de violência velada ou disfarçada, isto sem falar nos jogos de vídeo game. Cabe aos pais e responsáveis filtrarem tudo isto. Entende o tamanho da responsabilidade? É nossa tarefa. Pense nisto.
A Secretaria Estadual de Educação ( SEE) em parceria com o Cartoon Network lançaram em maio de 2013 o “kit bullying*.Trata-se de um material bastante interessante destinado aos pais ,professores, estudantes ,responsáveis e todos aqueles que estão ligados a educação. O kit é composto por seis apostilas separadas por assunto e tem uma abordagem bastante simples e didática. Chega de bullying* integra ações no canal de televisão, no Facebook e na internet.Conta inclusive com um abaixo- assinado virtual que tem a função de fomentar discussão do assunto dentro das escolas. Vale a pena conferir e ficar por dentro do conteúdo. Estão disponíveis apenas na versão on-line.Para saber mais acesse os links abaixo: